sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ausencia

Pessoal, estou um pouco ausente do blog, pois estou tento alguns trabalhos, e isso está tomando muito do meu tempo. Estou preparando alguns post bem bacanas para postar mais para frente, assim que ficar com mais tempo livre!
Se tiverem alguma sugestão de post, enviem para trustinus@live.com.
Grande abraço e até a próxima.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Quem é quem?

Mais uma vez, eu vejo que tem pessoas dispostas a esclarecer o grande impasse que existe entre Designer e os famosos "micreiros". Achei um texto postado no http://www.designgrafico.art.br/site/ que explica a diferença e ainda mostra que não é necessário você cursar uma universidade para ser chamado de designer, que ainda a força de vontade e interesse em aprender é e sempre vai ser o que move o ser humano.

Abaixo vai o texto completo postado no site, abraços e até o próximo post!

Vá Estudar, Zezinho!
Volta e meia estoura uma discussão, seja em listas ou em botequins frequentados pela turma criativa, sobre a diferença entre os micreiros e os designers. Uns dizem que isso é tolice, que todo mundo é designer, outros dizem que saber operar um programa gráfico não faz de ninguém um designer. E arrasta-se a discussão por um bom tempo (ou muitos e–mails). Não vou entrar aqui na questão da formação universitária ou na da regulamentação da profissão; essas batatas quentes eu vou deixar para depois. Mas vamos colocar aqui que existe, sim, uma grande diferença.
Mas, espera um pouco, Zezinho! Antes de começar a me tacar mouses e tablets na cabeça, preste um pouco de atenção e leia até o fim. Já adianto que não estou dizendo que operadores de programas de computador são algum tipo de pessoas de segunda classe, como políticos, ou outra bobagem do tipo. Muito pelo contrário, a maioria deles é composta de profissionais extremamente competentes que dominam muito bem a ferramenta ou as ferramentas com as quais trabalham, muitas vezes melhor do que os designers em si. Ocupam um nicho de mercado de altíssima importância. Contudo, por outro lado, isso não faz deles designers — da mesma forma que um operador de gráfica, por melhor que seja, também não é um designer. Não é a ferramenta que faz um profissional. Eu posso aprender muito bem a usar as ferramentas de um pedreiro mas isso não vai fazer de mim um engenheiro civil. E da mesma forma que um engenheiro civil não constrói um prédio sozinho, o designer também não precisa, e muitas vezes não consegue, operacionalizar sozinho um projeto.
Porque um designer é, antes de mais nada, alguém que verifica conceitos, estabelece projetos a partir de uma metolodogia e determina sua melhor execução. Independente da ferramenta a ser utilizada. Essa ferramenta pode ser um programa de computador, uma tela de silkscreen, os velhos papel e lápis, ferramentas de corte para madeira ou um spray e um muro. Tudo isso vai depender do projeto a ser executado. Partir da ferramenta para desenvolver projeto é colocar o carro à frente dos bois, quase que literalmente. Isso é um erro primeiro por limitar o projeto às ferramentas dominadas ou disponíveis, depois por engessar o desenvolvimento normalmente a uma série de antecedentes já desenvolvidos naquela ferramenta (ou seja, vai pela moda). De qualquer maneira, Zezinho, se você não tem uma conceituação de projeto o seu resultado final vai ser sempre uma cópia ajustada de alguma coisa ou não vai atingir os objetivos propostos pelo seu cliente.
Conceito, meu caro, projeto. Tudo isso é mais do que essencial. Só que conceitos e projetos não são algo que “baixam” no designer que nem santo em terreiro e nem surgem por inspiração em noites estreladas. Eles são o resultado de um pensar estruturado e metodológico baseado em uma série de conhecimentos que se vai acumulando e adquirindo através de estudo constante. E, não adianta, esse conhecimento é teórico.
“A–HA!”, grita Juquinha, lá da terceira fileira do fundo, “Eu sabia que ele ia falar de universidade!”
Calma, amiguinho, calma. Universidade também se encontra nesse escopo. Um curso politécnico ou um bacharelado são métodos de se ter esse conhecimento concentrado em uma estrutura de aprendizado estruturada e fácil de ser acompanhada. Bem, pelo menos mais fácil do que se você tiver de sair catando essas informações por todo canto. Mas, claro que a faculdade não é a única maneira de se obter esse conhecimento. Com uma certa dose de força de vontade, paciência e uma ajuda de quem já conheça, tudo isso está disponível em livros, sites, cursos avulsos ou mesmo na velha relação mestre/discípulo, que não aparece só em filmes de kung–fu. O problema maior não é, porém, saber onde arrumar esses conhecimentos. É saber quais são esses conhecimentos.
Eis a má notícia, Zezinho… É justamente aquele conhecimento teórico chato de coisas que a gente normalmente fica coçando a cabeça querendo saber para que serve quando não os conhece mas que faz maravilhas nas mãos de quem os domina. Coisas com nomes estranhos como Gestalt, Semiótica, Semiologia, ou não tanto como História, Estética, Tipografia e outras do tipo. São essas teorias todas que, juntas, formam um corpo de informações que dão ao designer uma educação do pensamento e do olhar que lhe servirão, em última instância, para pegar todos os dados de um briefing e transformar aquilo em uma coletânea de conceitos focados e viáveis que serão utilizados para aquele tal de processo que falamos antes. Ah, e a tal da metodologia também é um desses conhecimentos teóricos. Sem essa teoria toda na cachola, os conceitos utilizados e o projeto resultante serão — perdoe–me a franqueza, Zezinho —, puro chute. É claro que você pode ser um daqueles que acerta a maioria dos chutes. Mas isso é contar com a sorte. Se eu dissesse que ao invés de trabalhar eu prefiro jogar na loteria todo mês para garantir meu salário você não acharia estranho? Pois é… É quase a mesma coisa.
Contudo, não se esqueça que essa teoria não vai adiantar de nada se você não souber colocá-la em prática. Teoria por teoria só é boa se você for um acadêmico ou para discussão em mesa de bar. Estudou? Aprendeu? Então transforme informação em conhecimento. Veja quais as melhores formas de aplicar aquela teoria no dia–a–dia profissional. Pense por si mesmo fora dos limites da caixa teórica e, assim, adicione o seu conhecimento (pensado, embasado e testado na prática) ao escopo dessa teoria. E não seja egoísta! Repasse esse conhecimento.
Mas… Tem sempre um mas, não é, Zezinho? Jamais, repito, jamais jogue teorias na cara do seu cliente. Não vai dar bom resultado, garanto. Ele não quer saber da sua teoria ou o quanto você é esperto. Ele quer ver os resultados. A teoria é a sua ferramenta de trabalho mais importante mas isso não significa que você precise exibí-la para quem não se interessa por ela. Com o cliente, esqueça a teoria e fale que nem gente.
Então, feche um pouco os seus tutoriais de Photoshop e Illustrator e vá procurar bons livros de teoria do design. Ou inscreva-se em um curso superior, ciclo de palestras ou seminários. Ou seja… Vá estudar, Zezinho!

post diário 2

Hoje pesquisando sobre o que eu postaria aqui no blog, descobri algo que já vinha à tempos buscando... alguém já deve ter visto os famosos posters de filmes como: te pego lá fora, Os Aventureiros do Bairro Proibido, Indiana jones, Star war, Os goonies... pois é, hoje eu descobri o grande artista por trás dessas incriveis ilustraçoes! o nome? Drew Struzan.

logo abaixo, segue alguma das ilustrações do mestre Drew. Até o próximo post, abraços!
















































domingo, 16 de agosto de 2009

Post diário

Esse post é mais um da série de artistas que eu vou colocar aqui no blog selecionada por mim.

Hoje o nome do artista é James Jean, ilustrador da california de 29 anos. Já fez alguns trabalhos para série em quadrinhos Fables, e um painel para grife de roupas Prada, Abaixo alguns dos melhores trabalhos do artista.

Para conferir mais o trabalho de James Jean entre no site/portifólio do artista: http://www.jamesjean.com/. Até a próxima pessoal!






































































sábado, 15 de agosto de 2009

Post de abertura.


E ae galera, beleza?

Queria dizer a todos que estou começando esse blog para compartilhar com todos o que me inspira na hora de criar alguns trabalhos pessoais. Sou estudante de design, faço também curso de desenho publicitario e ilustração aqui no rio de janeiro. Tenho 22 anos, sou leonino e adoro conhecer gente nova e trocar experiência sobre trabalho.

Acho que chega de apresentação!rs

A imagem desse primeiro post é de uma artista norte americana chamada Tara Mcpherson. Ela faz um trabalho incrivel na área de ilustração, com um traço limpo e muito colorido com expressões e composições bem fortes. A artista já trabalhou fazendo poster para algumas bandas como Kings of leon e Beck.

Quem quiser conferir mais os trabalhos da Tara, aqui vai o link do site da artista: http://www.taramcpherson.com/ . vale a pena dar uma conferida.

Quem tiver alguma indicação para eu postar aqui no blog, pode mandar um e-mail para trustinus@live.com com o assunto indicação de artista.

Então é isso galera! até o próximo post.